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Uma combinação simples e
sem "Stress"
Para descomplicar o casamento entre vinho e queijo, basta ter bom senso e utilizar uma regra simples:
Queijos podem ser fabricados com leite de qualquer animal, mas os mais consumidos, são os queijos produzidos com leite de cabra, ovelha e principalmente leite de vaca. Eles podem ser divididos e classificados em grupos. Os agrupamentos são formados por queijos de mesma consistência, teor de gordura ou de processos semelhantes. Há diversas classificações que são mais complexas, mas aqui, a classificação segue o método de "Jacquet & Thévenot", por ser mais simples. Os vinhos foram indicados de acordo
com o tipo de uva, baseado nas características que normalmente essas
uvas influem em um vinho. Isso não significa portanto, que basta
apenas comprar um vinho com a uva mencionada. Uma uva Moscato, por exemplo,
pode produzir vinhos brancos e secos, mas normalmente, são encontrados
na versão adocicada. É importante portanto, levar em consideração
outros fatores como o corpo (teor alcoólico), o teor de açúcar,
a acidez, os taninos, etc...
São queijos com fermentação forte, cura prolongada e algumas vezes, recobertas de mofo branco (Brie, Camembert, Marroilles). São que contém menos água e mais Cálcio (sais minerais). Crua Casca seca: Gouda, Edam, queijo do Reino, Danbo, Contal, Cheddar, Prato Casca lavada: Port-Salut, Saint-Paulin Não prensados: Bel, Paese, Tilsit Cozida Emmenthal, Comté, Gruyère, Parmigiano Queijos com veios esverdeados ou azulados (Gorgonzola, Roquefort, Stilton) Fabricados com fragmentos que sobram da produção de outros queijos de massa firme cozida ou ainda com queijos com problemas de forma. São pastosos e de sabor acentuado. Harmonizam bem cim vinhos branco maduros ou vinhos tintos de médio corpo, como Malbec e Tempranillo. |